segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Coragem



Coragem (do latim coraticum) é a habilidade de confrontar o medo, a dor, o perigo, a incerteza ou a intimidação. Desenvolver essa habilidade é algo muito cobiçado por quem procura superar os desafios da vida. Hoje resolvi escrever sobre essa palavra que muito se faz presente em nossos dias. Talvez seja pela falta de opção ou por ironia do destino, mas muitas vezes precisei usar essa palavra (habilidade) para perceber que tudo pode recomeçar e que nada pode destruir nossos ideais. Quantas vezes o medo me diz que não vou conseguir ou perigo e incerteza me fazem pensar em desistir? Constantemente nos deparemos com esses momentos. É aí que precisamos usar a CORAGEM para que possamos recomeçar continuar e jamais desistir. Alguém olha para você e diz:
- Não vai da certo!
- Você não pode!
O homem sem temeridade motiva-se a ir mais além. Enfrenta os desafios com confiança e não se preocupa com o pior. O medo pode ser constante, mas o impulso o leva adiante. Coragem é a confiança que o homem tem em momentos de temor ou situações difíceis, é o que o faz viver lutando e enfrentando os problemas e as barreiras que colocam medo, é a força positiva para combater momentos tenebrosos da vida.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Felicidade




Hoje uma forte alegria inunda minha vida, pensamentos de paz e sentimentos de amor. Ah, o amor! Esse é o responsável por grandes momentos de felicidades na humanidade, quando ele acontece destrói todos os paradigmas, preconceitos e diferenças. Por mais “fria” que uma pessoa possa ser, o amor consegue transformar características e comportamentos dentro da sociedade. Um sentimento tão intenso que pode unir pessoas distantes, construir sonhos e renovar vidas.

Tones Gomes

Soneto de Fidelidade
(Vinicius de Moraes)

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.